~’~ Primeiras impressões de Dois Irmãos ~’~

Amados da ruiva ❤ A Rede Globo sempre escolhe as melhores minisséries para essa época. A bola da vez é Dois Irmãos, uma obra adaptada do livro escrito por  Milton Hatoum que ganhou em 2001 o prêmio Jabuti de melhor romance.

Confesso que o primeiro capítulo me senti um pouco perdida, mas depois caiu a ficha que estavam contando o passado dos pais para que entendessemos um pouco a história dos gêmeos Yaqub e Omar. A trama pelo que a televisão mostra parece ser bem intensa, mas como é baseada em livro eu fui pesquisar mais sobre a obra e percebi que tem muito mais coisa do que pensava. Não sei se a adaptação mostrará tudo que ela engloba, mas já mostrou que as pessoas adoram uma nudez no horário das 23 e a Ju Paes foi escolhida a dedo: além de ótima atriz (eu gosto dos trabalhos que ela faz) ela tem um senhor corpo e já deixou as redes sociais babando com as cenas.

Mulherada também está bem servida, boa parte da trama terá Cauã Reymond vivendo os gêmeos, eu não acho o Cauã tão lindo assim (podem me jogar pedrinhas, eu deixo) e já acho que ele melhorou 90% sua atuação, seus últimos trabalhos em minisséries foram incríveis e minha expectativa para Dois Irmãos está alta.

Em dois dias gostei bastante do que vi e já procuro o livro para comprar e ler, ao fim da minissérie quero ter uma base melhor para fazer uma comparação se faltou algo que era importante para a história. Quem leu o livro aí? Quem está acompanhando a minissérie? Mandem sinal de fumaça para trocarmos ideias 😉

Quer ler o que a Globo tem a dizer sobre a adaptação? Clica aqui e leia a matéria do GShow. Agora sobre o livro, é só ler a sinopse e os dados abaixo:

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“Dois Irmãos” é a história de como se constroem as relações de identidade e diferença numa família em crise. É a história de dois irmãos gêmeos – Yaqub e Omar – e suas relações com a mãe, o pai e a irmã. Moram na mesma casa Domingas, empregada da família, e seu filho. Esse menino – o filho da empregada – narra, trinta anos depois, os dramas que testemunhou calado. Buscando a identidade de seu pai entre os homens da casa, ele tenta reconstruir os cacos do passado, ora como testemunha, ora como quem ouviu e guardou, mudo, as histórias dos outros. Do seu canto, ele vê personagens que se entregam ao incesto, à vingança, à paixão desmesurada. O lugar da família se estende ao espaço de Manaus, o porto à margem do rio Negro: a cidade e o rio, metáforas das ruínas e da passagem do tempo, acompanham o andamento do drama familiar. Prêmio Jabuti 2001 de Melhor Romance.

O livro foi lançado pela Companhia de Bolso e tem 200 páginas. Pelo que procurei tem algumas capas diferentes e já fizeram uma com o Cauã. Aliás, a capa com o ator é a versão mais baratinha que achei a venda na internet pela Livraria Cultura, clica aqui se quiser comprar 😉

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