~’~ Vamos falar sobre T.A.G. ? ~’~

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Hello segunda-feira! Como os bonitos da ruiva estão? Espero que todos bem. Bom, eu não me lembro agora se nesses quase cinco anos de Blog eu já fiz um post ou uma sessão fixa sobre o T.A.G. e agora que me deu vontade de verdade de falar toda santa semana sobre isso se eu terei leitores, se essa coluna terá “sucesso”.

Sucesso para mim seria descobrir que alguém começou a se tratar, que ajudei alguém a entender o que se passa em sua cabeça e até que dependendo de qual grau a pessoa se encontre possa ter ajudado a que a pessoa saia dessa. Sucesso também seria ficar sabendo que ajudei no tratamento de alguma forma, então se for alguma das alternativas anteriores já é sucesso para mim.

Mas Kiki, o que raios é T.A.G.? Não é aquele símbolo “#” que usamos nas palavras que se chama hashtag e diminuímos para tag. É uma doença que atende que pelo nome de Transtorno de Ansiedade Generalizada, carinhosamente chamado de T.A.G. Ele é mais uma das consideradas “doenças modernas” que tem causas psicológicas.

Porque eu quero falar sobre isso? Porque eu tenho. Porque no meu aniversário completei 5 anos dela e graças a esse “pequeno detalhe” em minha vida eu virei blogueira. Tentarei resumir para não ficar uma coisa médica chata e vocês não entenderem uma vírgula, que na verdade foi o que aconteceu comigo. Todos confundem o T.A.G. com ser ansioso. Ser ansioso é normal, faz parte da vida das pessoas, é normal se sentir ansioso por um show que você quer há muito tempo, por uma reunião que espera de trabalho, por uma viagem, por um pedido de casamento, enfim, existem inúmeras situações que podem nos deixar ansiosos e isso é completamente normal. Quando você tem essa sigla que tanto falei, você está em um quadro clínico que precisa ser tratado.

Separamos uma ansiedade (mesmo que não seja de um dia para o outro) de um T.A.G. pelo tempo que ela dura e pelos sintomas físicos que ela nos trás. Não são poucos, anotem aí para saber se você ou alguém que você conhece está passando por isso: tontura forte, taquicardia, suor, tremores, náuseas, falta de ar e tensão muscular. Algumas vezes com a junção de todos os sintomas ao mesmo tempo você tem o desmaio, que alguns psiquiatras colocam como a crise do pânico. É como se seu corpo percebesse que chegou ao limite e desse um reset para que seus amigos neurônios voltem a funcionar da forma correta.

Eu, para nooooooooooooossa alegria, tenho todos os sintomas e claro a insônia. Aquela coisa legal que a gente desaprende o que é dormir direito. “Nossa Monique você acorda as 10 horas da manhã”, é que eu consigo dormir direito lá pelas 5 da manhã, então na verdade eu dormi pior e menos que você, mas okay, vida que segue.

O importante aqui é que vocês conheçam o que é, os sintomas e que caso alguém os tenha, convença essa pessoa que psiquiatra não é uma pessoa que atende pessoas loucas, acreditem que eu achava isso e demorei para ir até um. Conte tudo o que você sente, tudo, não esconda nada, pois eles sabem melhor do que você pode imaginar uma forma de te ajudar.

Se descoberto logo no começo algumas terapias (se levadas a sério!!!) podem funcionar e diminuir os sintomas até que eles desapareçam ou sejam quase imperceptíveis, já se for em um caso mais pesado o uso de medicamentos será colocado no seu dia a dia. Não faça o uso porque A ou B te falou que usa, primeiro porque 99% deles são vendidos apenas com receita médica e segundo porque cada organismo funciona de uma forma e o seu T.G.A. pode vir acompanhado de depressão, de pânico ou de outros coleguinhas desse gênero, o que muda completamente o componente do remédio que você vai precisar.

A internet é uma terra de ninguém e as vezes ela faz muito mal, mas foi nela, nesses asks anônimos do Tumblr que algumas pessoas me ajudaram a entender, então obrigada a vocês que não a menor ideia de quem são que me ajudaram e hoje estou aqui para ser uma pessoa não anônima a ajudar outras. Se você sofre de algo parecido e quer compartilhar comigo o que está passando, meu email momarie4@gmail.com está aberto 24 horas para receber “sua cartinha”. E a partir de hoje, uma vez por semana, eu falarei sobre o assunto. Seja com novidades, com formas de tratamento, com histórias, com ideias de como entender melhor, de como ajudar quem tem, de como entender quem tem e por aí vai.

Não sou nenhuma expert, não sou médica, mas sou uma pessoa que vive com isso há 05 anos e está aqui, ruiva, linda e cuidando de um Blog que cresceu demais nesses anos ❤ #existeamorsim

Ah, a foto do post é porque decidi começar hoje porque no fim do show do Ed Sheeran eu passei mal, não quis atrapalhar o show das minhas amigas, não contei o real nível do que estava sentindo e deixei a bucha para quando chegasse em casa. Também é uma foto história da minha pessoa usando verde, sentada na cadeira verde do Allianz Parque. Sério, RARIDADE.

xx

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